Um amigo para toda a vida.
Aquele grande Mestre da Cirugia,
Sempre com a matéria mal sabida.
Do seu saudoso nome já não me lembro.
(Qualquer coisa tipo Ventil?)
Mas também mal o vi de Setembro a Dezembro,
Senão a fumar enfiado no seu covil.
Cagaste de alto para os Artolas,
mas lá respeitaste a minha média Erasmus.
És um porreiro, és um fixolas
E só lamento que nunca juntos fumámos.
Para ti tenho todo o lume do Mundo.
De ti não esqueço o cheiro nauseabundo.
Lisboa, 27 de Maio de 2008
1 comentário:
que merda de métrica poética é essa? pa?
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