terça-feira, 27 de maio de 2008

1,2,3 fingers up-the-ass

Conheci sem querer, no outro dia
Um amigo para toda a vida.
Aquele grande Mestre da Cirugia,
Sempre com a matéria mal sabida.

Do seu saudoso nome já não me lembro.
(Qualquer coisa tipo Ventil?)
Mas também mal o vi de Setembro a Dezembro,
Senão a fumar enfiado no seu covil.

Cagaste de alto para os Artolas,
mas lá respeitaste a minha média Erasmus.
És um porreiro, és um fixolas
E só lamento que nunca juntos fumámos.

Para ti tenho todo o lume do Mundo.
De ti não esqueço o cheiro nauseabundo.

Lisboa, 27 de Maio de 2008

1 comentário:

Anónimo disse...

que merda de métrica poética é essa? pa?